Doença Ocular

Calázio

O que é?

O calázio é uma reação inflamatória, ante uma obstrução da secreção sebácea pela glândula. Caracteriza-se pela inchação da pálpebra.

O calázio tende a desenvolver-se mais comumente nas bordas palpebrais e tende a “apontar” para o interior da pálpebra.

Em alguns casos o calázio pode causar uma inflamação aguda de toda a pálpebra, porém tem um ponto doloroso definido.

Muitas vezes é confundido com o terçol. A diferença entre um e outro é que o terçol tem sinais mais acentuados de inflamação, como vermelhidão e calor, e se instala mais na borda da pálpebra, perto dos cílios. Além disso, geralmente o terçol, drena ou desaparece espontaneamente. 

Principais causas

O calázio é causado pela inflamação de uma das glândulas que produzem material sebáceo (glândulas de Meibomius), localizadas nas pálpebras superior e inferior.

A incidência de calázios depende muito do tipo de pele, porque a glândula onde se formam produz uma substância que vai misturar-se com a lágrima.

Pacientes com acne rosácea ou que com muita oleosidade na pele têm mais tendência à formação de calázios porque a glândula se enche e um bloqueio em sua saída pode impedir que ela extravase.

* Não é causada pela presença de bactérias, todavia a área afetada pode se tornar infectada por bactérias.

Tratamento

Quando o calázio é pequeno e não causa sintomas, pode desaparecer espontaneamente, mas se é grande pode causar borramento da visão.

O tratamento do calázio é feito por um dos métodos citados abaixo, ou por uma combinação destes.

1. Compressas mornas: deve ser aplicada sobre a pálpebra fechada, com um pano limpo umidecido em água morna, durante 5 a 10 minutos, por 3 ou 4 vezes ao dia. Em geral, desaparece em algumas semanas. Pode-se associar pomadas antibióticas.

2. Injeção de esteróides: estas podem ser eficazes quando persiste um nódulo pequeno, após a realização das compressas mornas.

3. Excisão cirúrgica: um calázio de grande tamanho o qual não respondeu a outros tratamentos pode ser removido cirurgicamente uma vez que a inflamação inicial já tenha diminuído.
Mesmo após o tratamento algumas pessoas têm propensão a apresentar recorrências do calázio. Se um calázio reaparece no mesmo lugar, recomenda-se procurar um oftalmologista, que poderá requisitar uma biópsia para descartar problemas mais graves.

Texto revisado pelo Dr. Luciano Arantes.

Catarata

O que é?

É uma doença ocular caracterizada pela opacidade do cristalino. 

O cristalino, lente intraocular, é fundamental para seu funcionamento. É esta lente natural que capta a luz externa e permite a passagem das imagens, projetadas na retina, no fundo do olho. Para a boa visão, é fundamental que o cristalino esteja transparente. A perda dessa transparência causa embaçamento progressivo da visão.

Prevalência:

  • 17,6% nos indivíduos com menos de 65 anos;
  • 47,1% entre 65 e 74 anos;
  • 73,3% nos indivíduos com mais de 75 anos

O que causa?  As principais causas da catarata são:

  • Senilidade: o cristalino é formado por camadas transparentes. Com o passar do tempo, essas camadas envelhecem e perdem a transparência.
  • Trauma: pancadas ou perfurações nos olhos provocam inflamações que podem prejudicar a transparência do cristalino.Congênita: é quando o indivíduo nasce com a doença – neste caso, a idade não é determinante. Também tem solução com cirurgia. Pode ser hereditária, 20% dos casos, ou causada por infecções. A rubéola durante a gestação é uma das principais causas.
  • Induzida por medicamentos: quando os corticóides são usados por tempo prolongado e em grande quantidade, o cristalino se opacifica.
  • Radiação ultra violeta, doenças nutricionais, diabetes. 

Principais sintomas

  • Embaçamento visual;
  • Diplopia monocular (visão dupla);
  • Redução da acuidade visual;
  • Diminuição da percepção de cores ou visualização de cores com aparência de cores desbotadas ou amareladas;
  • Necessidade de maior luminosidade para leitura;
  • Troca frequente do grau dos óculos;
  • Fotofobia (sensibilidade à luminosidade);
  • Dificuldade de visão à noite;
  • Auréolas ao redor das luzes;
  • Ofuscamento – proncipalmente nas pessoas que precisam dirigir à noite; 

Tratamento:

O tratamento da catarata é sempre cirúrgico. Há relatos de cirurgias de catarata até mesmo antes de Cristo. Só por curiosidade: o Código de Hammurabi (1800 a.C) previa amputação das mãos no caso dos médicos causarem lesão grave no olho do paciente na tentativa de se operar a catarata. 
Atualmente, a cirurgia consiste na remoção do cristalino, por um processo chamado microfragmentação e aspiração do núcleo, que é denominado facoemulsificação. Por fim, há o implante de uma lente intraocular, para que seja compensada a retirada do cristalino.
Técnica:

FACECTOMIA EXTRA CARBULAR: incisão na córnea, 9mm. Retira-se o cristalino e coloca-se lente intraocular. Depois faz-se sutura cóneo-escleral.
O processo de facoemulsificação permite que o procedimento seja realizado por pequenas incisões. Esta técnica oferece maior segurança e mais rápida recuperação para o paciente. Além disso, a cirurgia pode ser feita em poucos minutos e com anestesia tópica (local).
Exames pré-operatórios vão determinar o grau da lente a ser implantada bem como a melhor técnica a ser escolhida para essa cirurgia. Na criança, quanto mais cedo for feito o tratamento maior será a chance de recuperação da visão. 

Texto revisado pelo Dr. Luciano Arantes.

Degeneração Macular

O que é?

É uma moléstia que afeta a mácula, porção central da retina, responsável pela visão detalhada e central. É a mácula que nos dá a capacidade de leitura, pois é responsável por fornecer nitidez à palavra fixada, enquanto as outras perdem essa nitidez.

O que acontece é a atrofia do epitélio da retina, que prejudicam o funcionamento da mácula. Quando ela é prejudicada, a visão fica borrada ou ocorre distorção nas letras centrais. Outros trabalhos minuciosos, como colocar linha em uma agulha, por exemplo, também são prejudicados.

Não causa cegueira total uma vez que não afeta a visão periférica – que nos permite saber o que está acontecendo ao nosso redor sem, necessariamente, ter que olhar.

O que causa?

A degeneração macular ocorre, preferencialmente, na terceira idade. Ela está relacionada ao envelhecimento natural do organismo. Exposição à luz solar ao longo da vida também é fator agravante, principalmente para as pessoas de olhos de cor clara.

Pode também ter causa hereditária, o que é chamado de Degeneração Macular Juvenil. Ou ainda ser causada por traumas, infecções e inflamações nos olhos.

Pessoas hipermétropes também têm grande chance de desenvolver a degeneração macular.
A degeneração macular é dividida em duas modalidades:

  • SECA: responsável por 90% dos casos, é causada pelo envelhecimento. Evolui lentamente, causando perda parcial da visão.
  • ÚMIDA: embora atinja uma porcentagem menor, cerca de 10% dos casos, ela é mais perigosa à visão. Sua causa é o surgimento de vasos anômalos por baixo da retina, na região macular, vazando líquido e sangue. A perda da visão se dá de maneira bastante rápida e severa.

Principais Sintomas:

  • Embaçamento da visão central – interferindo na leitura e em outras atividades que exijam visão em detalhe;
  • Distorção no centro de uma paisagem ou das linhas centrais em um texto;
  • Enfraquecimento das cores;
  • Percepção de uma área escura ou vazia no centro da visão;
  • Alteração do tamanho dos objetos em relação ao olho sadio.

* A degeneração macular afeta um olho de cada vez. Quando atinge os dois olhos, diz-se que a pessoa tem uma visão subnormal, já que a visão periférica não é afetada, o que caracterizaria cegueira total.

Tratamento:

A degeneração macular do tipo seco não apresenta tratamento eficaz. Pesquisas estão sendo realizadas com suplementos vitamínicos.
Já a degeneração do tipo úmida, em muitos casos, pode ser tratada com laser. Embora diminua um pouco a visão, ainda é melhor que a visão natural da doença.
A utilização de óculos com lentes comuns não melhora a visão, uma vez que o dano é na retina. No entanto, há alguns recursos como lupa de mão, lentes de alto grau, monitores especiais, que auxiliam na visão.

Texto revisado pelo Dr. Luciano Arantes.

Descolamento de Retina

O que é?

O descolamento da retina se caracteriza pela separação da retina da sua conexão na parte traseira do olho. A separação resulta geralmente de uma rasgadura na retina, que ocorre frequentemente quando o vítreo se separa da sua conexão na retina, geralmente nas bordas exteriores do olho.

O vítreo é um gel translúcido que preenche a maior parte do interior do olho entre a retina e a lente. Se a retina for fraca quando o vítreo puxa por ela, a retina rasga-se. Este rasgo é por vezes seguido por hemorragias, se um vaso sanguíneo for rasgado também.

Uma vez que a retina se rasgou, o vítreo pode então passar através da rasgadura e acumular-se atrás da retina. A acumulação do vítreo atrás da retina é o que descola a retina. Quanto mais vítreo passa pela rasgadura maior a extensão do descolamento da retina.

Este pode progredir e envolver a retina inteira, conduzindo a um descolamento da retina total. Um descolamento da retina afeta quase sempre somente um olho. O segundo olho, deve, no entanto, ser verificado.

Principais causas:

A doença geralmente ocorre após os 40 anos. Apresentam possibilidade de desenvolvê-la, as pessoas que possuem história de descolamento de retina na família, as que têm miopia ou glaucoma e as que se submeteram à cirurgia de catarata.

Os socos ou acidentes que resultem em ferimento, pancada ou batida forte no olho, na face ou na cabeça podem, também, provocar descolamento de retina. A doença pode ser, ainda, causada por tumores, inflamações graves ou complicações do diabetes.

Sintomas:

Os rasgos na retina podem ocorrer sem que a pessoa perceba, inicialmente, seus sintomas.

Mas, se houver vazamento de sangue no vítreo pode ocorrer comprometimento da visão no olho atingido. Em outros casos, o paciente pode perceber clarões ou pontos negros conhecidos por moscas volantes.

Esses sintomas não significam, obrigatoriamente, a ocorrência de rasgos na retina, pois as moscas volantes podem decorrer da formação de pequenas partículas de vítreo.
Em casos de descolamento da retina a pessoa poderá perceber uma imagem ondulada ou uma sombra ou cortina escura que fecha o campo de visão.

Se o descolamento atingir a região central da retina ocorrerá uma distorção ou redução da visão central. Em alguns poucos casos o descolamento pode ocorrer repentinamente provocando perda total da visão no olho atingido.

Tratamento:

Os descolamentos de retina são tratados por cirurgias destinadas a pressionar a parede do globo ocular contra os rasgos da retina, mantendo os tecidos juntos até que os rasgos cicatrizem-se.

A técnica escolhida dependerá das características do problema e do dano ocorrido. As cirurgias de descolamento de retina são realizadas em centro cirúrgico sob anestesia local ou geral. Nos casos de descolamentos mais complexos pode haver ainda necessidade de uma vitrectomia, em associação com outras técnicas.

Pós-cirúrgicos e Riscos:

Após as cirurgias de descolamento de retina e/ou de vitrectomia, o paciente sentirá algum desconforto. O oftalmologista prescreverá os medicamentos necessários e informará ao paciente dentro de quanto tempo ele poderá retomar as atividades normais.

A visão pode levar meses para melhorar ou não retomar completamente. Por isso é muito importante a consulta a um oftalmologista ao primeiro sinal de problema.

Texto revisado por Dr. Luciano Arantes.

Glaucoma

Introdução:

O Glaucoma é uma das causas mais comuns de cegueira no mundo e que você pode prevenir. Não existe cura para o glaucoma, mas existem medicamentos que podem ajudar a prevenir a perda da visão.

O principal para o controle da doença é o seu diagnóstico precoce, seguir o tratamento indicado e o acompanhamento regular através de exames oculares.

Seu Oftalmologista tem várias maneiras de avaliar seu risco para desenvolver glaucoma e pode indicar tratamentos que lhe ajudarão a prevenir ou a retardar a perda da visão se você já tem glaucoma.

O que é?

É uma doença que causa dano no nervo óptico. Este nervo envia os sinais visuais ao cérebro, onde estes são processados e se convertem em imagem.

O que causa Glaucoma?

A causa do glaucoma não é totalmente conhecida, mas demonstrou-se que o aumento da pressão interna do olho é o fator de risco mais importante. Quando esta pressão do olho está muito elevada, o nervo óptico pode ser afetado.

Este dano impede que alguns sinais visuais cheguem até o cérebro. O resultado é que o cérebro não pode “ver” tudo o que os olhos vêem. Isto provoca a redução do campo visual, que, se não for tratada, poderá levar à cegueira.

Quem pode desenvolver?

O glaucoma atinge pessoas de todas as raças, sexo e nacionalidade. Qualquer pessoa pode desenvolvê-lo, mas em algumas, o risco é maior do que em outras.

Vários estudos mostraram que qualquer pessoa que possui uma ou mais das características abaixo apresentam risco maior de desenvolver a doença:

  • Idade maior que 40 anos;
  • História de glaucoma na família;
  • Pressão intra-ocular elevada (PIO);
  • Descendentes de Africanos, Escandinavos, Celtas ou Russos;
  • Diabéticos;
  • Altos míopes;
  • Uso regular ou prolongado de esteróides, cortisona;
  • Trauma ocular prévio.

Quais são os principais sintomas?

Muitos não sabem que tem glaucoma até que perdem uma parte da visão. Não obstante, os oftalmologistas podem detectar e tratar o glaucoma antes que a maioria dos pacientes apresente algum sintoma.

O glaucoma se desenvolve lentamente, isto explica porque muitos pacientes vivem muitos anos antes de notar algum sintoma. Os pacientes com glaucoma podem apresentar uma perda gradual da visão periférica, levando ao que chamamos “visão tubular”. Lamentavelmente, a perda da visão devido a um dano no nervo óptico é irreversível.

Se você apresenta algum destes sintomas, ou esta dentro das características citadas, procure um oftalmologista o quanto antes possível.

Presbiopia

O que é?

É o nome dado à diminuição da capacidade do olho focalizar, seja um objeto, seja uma folha para leitura, de perto em função da idade.

Tem início, na maioria das pessoas, a partir dos 40 anos de idade. Pessoas com hipermetropia ou diabetes mellitus, costumam apresentar os sintomas a partir dos 35 anos.

Causa:

A presbiopia é um fenômeno inevitável.

Para se enxergar de perto, o olho realiza um processo chamado acomodação, em que os músculos ciliares se contraem, aumentando o cristalino, focalizando a imagem.

Com o avançar da idade, o cristalino perde elasticidade, e o seu poder de acomodação reduz-se. Além disso, o músculo ciliar perde a capacidade de se contrair para movimentar as cartilagens do cristalino. Dessa forma, a dificuldade de enxergar de perto é potencializada.

Sintomas:

Os sintomas iniciais são de cansaço e cefaléia (dor de cabeça) e as pessoas procuram afastar os objetos para ver melhor. Além disso, colocam o papel debaixo da luz e não conseguem ler bulas de remédio.

Tratamento:

A correção deste processo é realizada com o uso de lentes corretoras multifocais, bifocais, ou pelo uso de óculos para leitura.

Existem cirurgias experimentais, que visam aumentar o espaço onde o cristalino se encontra, fazendo com que o mesmo volte a ter capacidade de acomodação, mas isso só faz protelar o aparecimento da presbiopia, e não existem estudos a longo prazo, que avaliem as complicações tardias desta cirurgia.

Texto revisado pelo Dr. Luciano Arantes.

Retinopatia Diabética

O que é?

A retinopatia diabética é uma complicação do Diabetes, decorrente da deterioração dos vasos sangüíneos que alimentam a retina. Caracteriza-se por lesões na retina, causadas pelo depósito de material anormal em suas paredes, em uma região conhecida como “fundo do olho”.

Essas lesões, chamadas de micro-aneurismas, geralmente rompem causando hemorragia e infiltração de gorduras na retina, que é a responsável pela formação da imagem, dando sentido à visão.

Apresenta-se de duas formas:

  • Não-proliferativa – quando as hemorragias atingem a mácula, estrutura responsável pela leitura. Atinge 90% dos casos. Ocasiona baixa visual discreta a moderada, presença de micro-aneurismas e pequenas hemorragias retinianas;
  • Proliferativa – quando os vasos anormais se proliferam, causando sangramentos no interior do olho e graus variados de destruição da retina e dificuldades de visão. Também pode causar cegueira, caso resulte em deslocamento da retina.

Principais causas:

O diabetes melittus é o fator desencadeante dessa doença.

Pacientes diabéticos insulino-dependentes com menos de 30 anos têm 17% de chance de desenvolver retinopatia diabética com cinco anos de duração da doença. Já para as pessoas que sofrem de diabetes tipo 1 há mais de 15 anos, as chances são de 98%.

* Pessoas que sofrem de diabetes, têm 25 vezes mais chance de perder a visão que as outras pessoas.

Sintomas frequentes:

Geralmente, a retinopatia diabética é assintomática.

Em alguns casos, a hemorragia interna pode causar pontos ou manchas escuras na visão. Além disso, a retenção de líquidos pode fazer com que a visão fique gradualmente desfocada.

Tratamento:

Como é uma doença relacionada ao diabetes, uma dieta balanceada e controle glicêmico reduzem, significamente, o risco de desenvolver a retinopatia.

Um exame de rotina pode detectar as anomalias em estágio inicial, por isso é importante uma visita periódica ao oftalmologista.

Por fim, os casos mais graves podem ser tratados por uma cirurgia que recebe o nome de fotocoagulação por raios laser. Na cirurgia, os micro-aneurismas são cauterizados pelo raio laser, com o intuito de prevenir o processo de hemorragia. Um diagnóstico precoce possibilita um tratamento mais eficaz.

Texto revisado pelo Dr. Luciano Arantes.

Pterígeo

O que é?

O Pterígeo se caracteriza pelo crescimento anormal da conjuntiva, membrana delgada e resistente que reveste a parte interna do olho. Começa como uma região avermelhada no canto do olho, podendo avançar pela córnea.

Geralmente é confundido com a catarata e conhecido como pele do olho.

Causas:

O Pterígeo é mais comum nos países tropicais. Os raios ultravioleta que incidem diretamente nos olhos ou batem no nariz e refletem no olho é a causa mais freqüente dessa deformação na esclera, que também pode ser causada pela poeira e vento.

Em cidades do nordeste é um problema quase endêmico. Inclusive há casos de cegueira, uma vez que a pele pode cobrir a pupila.

Sintomas frequentes:

Geralmente provoca ardor e queimação, deixando os olhos vermelhos, e piora quando exposta ao sol. O sintoma pode melhorar com o uso de compressa fria.

Tratamento:

Para evitar que a “pelezinha” cresce e cubra a pupila, geralmente é feita uma intervenção cirúrgica.

No entanto, o mais comum é que a pele cresça lentamente ou estacione. Nesses casos, não há necessidade de operação.

OBS: quanto mais jovem for o paciente, maior será a chance do pterígeo reincidir com mais força, causando maiores danos. Por isso, nem sempre a cirurgia é recomendada.

Texto revisado pelo Dr. Luciano Arantes.

Translator / Tradutor

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